![]() |
REVISTA
DA UFG - Tema
BRASIL RURAL Órgão de divulgação da Universidade Federal de Goiás - Ano VII, No. 1, junho de 2005 |
| BARTHOLO,
F. A. F.; MOURA, C. J.; ALMEIDA, R. A. - Processamento da cadeia produtiva
do açafrão: um projeto de mudança de realidade e inclusão sócio-econômica
dos produtores familiares de Mara Rosa-GO. Revista
da UFG, Vol. 7, No. 01, junho 2004 on line (www.proec.ufg.br) |
PROCESSAMENTO DA CADEIA PRODUTIVA DO
AÇAFRÃO: UM PROJETO DE MUDANÇA DE REALIDADE E INCLUSÃO SÓCIO-ECONÔMICA
DOS PRODUTORES FAMILIARES DE MARA ROSA-GO |
|
RESUMO: Desde meados da década de 90, a Escola de Agronomia e Engenharia
de Alimentos-UFG trabalha junto aos produtores de açafrão de Mara Rosa-GO.
As pesquisas identificaram problemas e soluções nas áreas da produção, industrialização
e gestão, resultando na criação de uma cooperativa. Como ação complementar,
elaborou um projeto de extensão “Processamento da cadeia produtiva do açafrão”
com início neste primeiro semestre de 2005. Trata-se de ações de fortalecimento
da dinâmica gerencial específica da cooperativa como principal estratégia
de mudança. Espera-se romper o círculo vicioso predominante na cadeia produtiva;
produzir com maior potencial comercial; promover comportamento produtivo e
organizacional profissionalizado e reforçar a mobilização da comunidade empresarial.
Palavras-chave:
processamento; açafrão; cooperativismo.
Desde meados da década de 90, a Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos da UFG vem trabalhando junto aos produtores de açafrão de Mara Rosa-GO, por meio do projeto UFG / CNPq – “Estabelecimento de tecnologia para o fortalecimento do agronegócio do açafrão (curcuma longa L.) em Mara Rosa” – em parceria com a Agência Rural e Prefeitura Municipal de Mara Rosa, inicialmente sob coordenação da Profa. Henriqueta Merçom Vieira Rolim, sucedida pelo Prof. Celso José de Moura.
Foram executados nove sub-projetos integrados de pesquisa que visaram fortalecer esta atividade no município e região, envolvendo todos setores da Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos-UFG, além de unidades acadêmicas, como o ICB – Instituto de Ciências Biológicas.
Sob vários enfoques, as pesquisas identificaram problemas e apontaram soluções na área da produção, relacionados à condução da cultura e melhoramento das variedades, passando pelo desenvolvimento de técnicas e protótipos de equipamentos para processamento e industrialização de açafrão, com vistas à obtenção de um produto de melhor qualidade e garantido quanto às condições sanitárias. Sobretudo, as pesquisas identificaram as condições econômicas da produção de açafrão e delinearam estratégias de desenvolvimento para o agronegócio local.
Ressalta-se ainda, que as pesquisas na área da saúde apontam aplicações importantes do açafrão no combate ao câncer.
O projeto possibilitou, ainda, a elaboração de teses e dissertações nos programas de pós-graduação da Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos e de outras universidades, como a UFLA – Universidade Federal de Lavras e a UFU – Universidade Federal de Uberlândia.
Um dos resultados foi a criação da cooperativa (Cooperaçafrão), a qual fundamentou a mobilização das instituições como a Secretaria de Indústria e Comércio e a Secretaria da Agricultura do Estado de Goiás, a Agência Rural, a Fundação Banco do Brasil e o Sebrae, além das associações de classe como a Associação Comercial e Industrial de Mara Rosa e a Associação de Produtores Rurais de Mara Rosa.
Vencida esta primeira etapa, tanto os produtores quanto os pesquisadores perceberam a necessidade de aplicação dos resultados das pesquisas, ou seja, a continuidade por meio de um projeto capaz de difundir os conhecimentos, técnicas e procedimentos no campo prático.
Assim, como ação complementar ao projeto inicial, a Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos elaborou o projeto de extensão “Processamento da cadeia produtiva do açafrão”, aprovado pelo CNPq/MDA, com início das atividades previsto para este primeiro semestre de 2005. Vale destacar que esta é a primeira vez em sua história que o CNPq custeará projetos na linha de extensão universitária.
Neste projeto, aborda-se a dinâmica das sociedades cooperativas quando são entendidas como elementos de estratégia para o processo de inclusão social, especialmente no caso da agricultura familiar, os quais despertam interesse de instituições e diversos segmentos organizacionais, devido à necessidade de nova postura diante do novo panorama econômico delineado a partir da década de 90, a trazer crescentes exigências mercadológicas.
Aspectos sócio-econômicos do agronegócio do açafrão em Mara Rosa
O município de Mara Rosa em Goiás é considerado a capital do açafrão por responder por cerca de 90% da produção goiana e abrigar aproximadamente 200 produtores trabalhando sob a forma de agricultura familiar, além de algumas empresas intermediadoras da comercialização da “curcuma”.
A falta de informações de mercado, a inexistência de procedimentos de administração de custos de produção, aliadas ao manejo rudimentar na condução da lavoura de açafrão e no seu processamento, prejudicam a comercialização e impedem o acesso desses produtores, isoladamente, a mercados mais competitivos e, por sua vez, mais exigentes quanto à constância, ao volume de oferta e à qualidade do produto (MARINOZZI, 2002).
As ações para a organização dos produtores de açafrão de Mara Rosa passam pelo fortalecimento da cooperativa como principal elemento estratégico do processo de mudança de realidade. Ou seja, por meio da cooperativa os produtores de Mara Rosa e da região adquirem capacidade de competir por mercados mais atraentes e rentáveis, promovendo seu próprio desenvolvimento como empresários, como membros comunitários e como cidadãos. Além disso, também promovem o desenvolvimento do município ao incrementar e girar maior volume de recursos no ambiente sócio-econômico local.
A Cooperativa dos Produtores de Açafrão de Mara Rosa – Cooperaçafrão foi criada em 2003, com a finalidade de organizar e propiciar o caráter empresarial da comunidade produtora de açafrão do município de Mara Rosa, predominantemente integrantes do sistema de agricultura familiar, de forma a proporcionar melhoria das condições de vida de seus participantes e famílias. Fundada por 23 produtores, busca constituir infra-estrutura para início de atividades organizadas capazes de alcançar benefícios às demais famílias produtoras. A perspectiva é a mudança da realidade produtiva local, ou seja, romper o círculo vicioso da produção de açafrão contido no domínio de poucos intermediários a persistir explorando, pela centralização da comercialização, as riquezas no município.
A principal estratégia da cooperativa é agregar valor ao produto de seus cooperados para obter vantagem competitiva no mercado em relação aos intermediários concorrentes. Para isto, com o apoio da Universidade Federal de Goiás, desenvolve uma inédita unidade de beneficiamento e industrialização de açafrão para atender às demandas das indústrias de alimentação e afins, que utilizam o açafrão em seus produtos. Estima-se beneficiar e comercializar, em 2005, cerca de 200 toneladas de açafrão como rizoma desidratado inteiro e fatiado, e também industrializado na forma de pó.
O fato da criação da cooperativa em Mara Rosa provocou um aumento imediato nos preços pagos aos produtores locais em cerca de 45%, ainda insuficientes para realizar a mudança de realidade sócio-econômica almejada pela comunidade. Todavia, as pesquisas da UFG demonstram que ainda há espaço para um acréscimo superior a 250% na rentabilidade do produtor, por meio das atividades da cooperativa, conforme o nível de pureza e granulometria do produto final.
Este projeto, portanto, refere-se a perspectiva de desenvolvimento para mais de 1.800 pessoas ligadas à produção familiar de açafrão no município de Mara Rosa e região, as quais serão beneficiadas direta e indiretamente pela implementação de métodos para sistema de controle e execução do processamento do açafrão por meio de estrutura organizada da Cooperativa dos Produtores de Açafrão de Mara Rosa - GO.
A adoção de ações simultâneas para a difusão de técnicas de gestão na condução da lavoura, industrialização e comercialização do açafrão, por meio de estrutura organizada de forma coletiva, são executadas por grupos formados por professores, técnicos especializados e estudantes de graduação e pós-graduação da UFG, apoiados por técnicos das entidades de extensão e fomento, prefeitura e associação local de empresários, além de líderes comunitários e da própria cooperativa.
Princípios orientadores do projeto
Os princípios orientadores, em síntese, enfatizam aspectos de desenvolvimento local na perspectiva de redes de cooperação a proporcionar, por meio de atividades extensionistas, a promoção da sustentabilidade econômica da agricultura familiar, cujas estruturas respondem por mais de 90% do açafrão produzido em Mara Rosa, GO e que ainda permanecem submetidas a precário acesso tecnológico e baixa capacidade organizativa.
São princípios baseados no paradigma da prática social chamado de “Desenvolvimento Participativo”. Este conceito tem suas origens nos enfoques denominados “Pesquisa de Ação Participativa”. A ideologia básica é o estímulo à “conscientização crítica”. Na extensão social, esta abordagem se aproxima da perspectiva de “construção do conhecimento”, onde as experiências e conhecimentos da comunidade potencializam a articulação e operacionalização das práticas difusionistas-inovadoras.
Em essência, propõem-se ações fundamentadas em aspectos teórico-metodológicos considerados cientificamente válidos, para se conseguir, pela mudança de comportamento, a adoção de práticas participativas para a solução de problemas e, conseqüentemente, o alcance compartilhado do desenvolvimento econômico-social (BALDI, 2002). Trata-se de uma perspectiva social da extensão, cuja função é a organização da comunidade ou organização do bem-estar social e entendida como a “arte ou processo de suscitar e manter um ajustamento progressivamente mais efetivo entre as necessidades e os recursos de bem-estar social que dizem respeito a levantamento dos fatos, elevação dos padrões de eficiência, promoção de trabalhos em equipe, promoção e fomento de relações intergrupais, aumento da compreensão pública, arregimentação do apoio e participação pública, criação, desenvolvimento e modificação de programas de bem-estar. Ocupa-se com a descoberta e definição de necessidades, eliminação e prevenção, bem como tratamento de necessidades e deficiências sociais, a articulação de recursos e necessidades e o constante ajustamento de recursos para melhor fazer face às modificações das necessidades...” (SCHWATZ, 1968).
A perspectiva de redes de cooperação permite buscar a compreensão de ações intra-organizacionais quando se aborda aspectos internos da comunidade nas relações socialmente construídas e determinantes quanto ao nível de compreensão e envolvimento de cada integrante no processo de organização e gestão de seu empreendimento coletivo e desenvolvimento local. Aborda aspectos de relação de confiança e sistema de governança, desdobrando na implementação de controles e estabelecimento de rotinas administrativas capazes de constituírem-se em eficazes ferramentas de gestão participativa da produção e do processamento/comercialização por meio da Cooperativa dos Produtores de Açafrão de Mara Rosa, GO. (FLEURY, 2002; FRANÇA FILHO, 2002; BARTHOLO, 2003).
Estratégia e características do projeto
Por se tratar de ações referentes à dinâmica gerencial específica da empresa cooperativa, visa-se viabilizar e consolidar processo compatível de desenvolvimento econômico e social, e participativo dos produtores reiterando-os como protagonistas em todos os níveis da organização, seja operacional, gerencial ou estratégico.
Para isso, destaca-se a implantação de unidades demonstrativas.
Na área da produção toma-se por base as unidades demonstrativas de técnicas de irrigação, de adubação orgânica, de cobertura morta e de espaçamento da lavoura. Por meio dessas unidades são difundidas técnicas adequadas ao plantio e condução da lavoura, considerando os aspectos resultantes das pesquisas da UFG em projetos anteriores, junto à comunidade. Alia-se nesta área, a implementação de técnicas e procedimentos de controle de custos de produção e uso racional dos recursos naturais como difusão de práticas de conservação ambiental (SIBOV, 2002; FONTOURA, 2002).
Na área de industrialização, implementam-se técnicas para controle de qualidade do produto e das atividades de processamento a partir da classificação do açafrão quanto ao aspecto e teores de umidade e sólidos totais. São os resultados dessas análises de classificação que determinarão quais procedimentos serão adotados para o processamento de determinado lote do produto. Destaca-se a utilização de protótipos específicos para açafrão, como moinho de bola, fatiador e lavador de açafrão, todos desenvolvidos pelas pesquisas da UFG (ROLIM, 2002).
Por se tratar de estrutura de processamento e comercialização da cooperativa dos produtores de açafrão, o referido projeto adota como estratégia a implementação de aspectos gerenciais característicos desse tipo de organização, enfatizando o processo decisório compartilhado por meio de órgãos colegiados, típicos da estrutura organizacional das cooperativas, os quais necessitam de eficiente fluxo de informações, sistematizado por meio de técnicas de gestão participativa a serem implementadas nas áreas administrativa, comercial e de comunicação social. Estas ações em nível estratégico, visam propiciar a complementação das ações das demais áreas, uma vez que contemplam atividades essenciais para a definição de critérios e controles de qualidade do açafrão, objeto fundamental do processo de agregação de valor ao produto (ROCHA, 1983; OLIVEIRA JR., 1991).
Apresenta as seguintes características:
a. Trata de ações cujos fundamentos estão baseados em princípios da organização participativa. O projeto está diretamente relacionado com os princípios do desenvolvimento local sustentável. A abordagem de “construção do conhecimento” contida na extensão social tem seu eixo na valorização do conhecimento existente, assim como suas potencialidades produtivas.
b. Trata de ações dentro da estrutura de empreendimento coletivo – a cooperativa – o que representa, em termos legais e organizacionais, o envolvimento dos agricultores e conseqüentemente, sua família.
c. Envolve multi e interdisciplinaridade de conhecimentos específicos de todas as etapas da cadeia produtiva do açafrão em Mara Rosa, sejam estes oriundos de projetos de pesquisa anteriormente executados pela UFG (Engenharia de Alimentos, Engenharia Rural, Fitotecnia, Economia e Administração), ou frutos da própria experimentação dos agricultores locais na produção e forma de organizar suas relações sociais, políticas, econômicas e culturais.
d. Envolve a participação de várias instituições – UFG, Agência Rural, Sebrae, Cooperaçafrão, Associação Comercial e Industrial de Mara Rosa e Prefeitura Municipal.
e. Organiza e sistematiza os conhecimentos apreendidos quanto às práticas e métodos de execução das atividades desenvolvidas no decorrer do projeto.
f. Proporciona a interação entre a prática (campo) e teoria (salas de aulas), permitindo a análise da realidade como elemento aplicado às diversas disciplinas dos cursos de graduação e pós-graduação da Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos da UFG, a gerar novos conhecimentos e novamente serem difundidos.
Resultados esperados
Pela assimilação de técnicas e práticas agronômicas recomendadas pelas pesquisas, como irrigação, cobertura morta e adubação orgânica, da gestão das relações da organização participativa para industrialização do açafrão, aliadas às técnicas de controle de custos de produção e melhor aproveitamento dos recursos, espera-se:
a. Romper o círculo vicioso atualmente predominante na cadeia produtiva, que historicamente mantém os produtores subjugados aos interesses de comerciantes intermediários.
b. Produzir a “curcuma” com maior potencial comercial, por meio de padrões estáveis de qualidade, a propiciar a oferta de produto diferenciado de maior valor agregado.
c. Promover novo modo de produzir, de forma mais racional e rentável, gerando trabalho e distribuição de renda, assim como procedimentos de conservação ambiental a proporcionar melhores condições de vida das famílias rurais.
d. Promover novo comportamento produtivo e organizacional dentro de um sistema profissionalizado, embasado cientificamente e capaz de monitorar a qualidade do produto dentro das condições exigidas pelos órgãos de saúde e pela demanda do mercado.
e. Fortalecer o gerenciamento da unidade cooperativa de forma a conquistar espaços mercadológicos, proporcionar retornos justos e assistência adequada (técnica, financeira, jurídica, saúde, etc) aos cooperados e agregar maior número de unidade rurais familiares.
f. Reforçar a já iniciada mobilização da comunidade empresarial na organização de estruturas empresariais participativas, objetivando desenvolver novas oportunidades de empreendimentos, ampliação da oferta de trabalho, geração e circulação de renda oriundas das atividades ligadas à produção de açafrão no município.
g. Ampliar as formas de comercialização da “curcuma” no que se refere às suas propriedades medicinais, incentivando novas parcerias entre os produtores locais de açafrão e outras atividades rurais locais (produção de mel).
Autores
1 Tecnólogo em cooperativismo, mestre em Administração, Técnico Administrativo - Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos – UFG. Contato: fernandobarth@agro.ufg.br
2 Tecnólogo em laticínios, doutor em Ciência dos Alimentos, Professor na Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos – UFG. Contato: cjdmoura@agro.ufg.br
3 Engenheiro agrônomo, doutorando em Agronomia, Professor na Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos – UFG. Contato: raa@agro.ufg.brReferências bibliográficas
BALDI, M. Novas formas organizacionais – a necessidade de superação das perspectivas sobressocializadas e subsocializadas. In: Encontro da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Administração, 24., 2002, Florianópolis. Anais... Rio de Janeiro: ANPAD, 2002.
BARTHOLO, F.A.F. Empresa de Participação Comunitária: aspectos teóricos e práticos. 2003. Dissertação (Mestrado). Universidade Federal de Lavras, Lavras.
FLEURY, S. Gestão de redes políticas. In: Encontro da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Administração, 24., 2002, Florianópolis. Anais... Rio de Janeiro: ANPAD, 2002.
FONTOURA, N. Produção de açafrão em função de calagem, adubação mineral e orgânica em quatro tipos de solos. In: Estabelecimento de Tecnologia para o Fortalecimento do Agronegócio do Açafrão (curcuma longa L.) em Mara Rosa-GO. Goiânia . (Relatório de Pesquisa) UFG/CNPq, 2002.
FRANÇA FILHO, G. C. A problemática da economia solidária: um novo modo de gestão pública? In: Encontro da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Administração, 24., 2002, Florianópolis. Anais... Rio de Janeiro: ANPAD, 2002.
MARINOZZI, G. Estudo da cadeia produtiva do açafrão (curcuma longa L.) e do sistema produtivo local da região de Mara Rosa/GO. In: Estabelecimento de Tecnologia para o Fortalecimento do Agronegócio do Açafrão (curcuma longa L.) em Mara Rosa-GO. Goiânia . (Relatório de Pesquisa) UFG/CNPq, 2002.
OLIVEIRA JR. C. C. Avaliação da eficiência empresarial das cooperativas. Série Cooperativismo, 14. Curitiba. OCEPAR, 1991.
ROCHA, L. O. L. Organização e Métodos: uma abordagem prática. São Paulo: Atlas, 1983.
ROLIN, H.M.V. Beneficiamento e Conservabilidade do Açafrão. In: Estabelecimento de Tecnologia para o Fortalecimento do Agronegócio do Açafrão (curcuma longa L.) em Mara Rosa-GO. Goiânia . (Relatório de Pesquisa) UFG/CNPq, 2002.
SCHWATZ, M. Organização de Comunidade. Suplemento de Debates Sociais: desenvolvimento de comunidade. Rio de Janeiro, (1):1-17, abr.1968.
SIBOV, S. Melhoramento Vegetal. In: Estabelecimento de Tecnologia para o Fortalecimento do Agronegócio do Açafrão (curcuma longa L.) em Mara Rosa-GO. Goiânia . (Relatório de Pesquisa) UFG/CNPq, 2002.